ULTIMATE SURRENDER é a resposta pornô feminina ao UFC


Já tentei assistir ao Ultimate Fighting Championship várias vezes mas não consegui. Além de ter muita luta de solo, que pra mim cai numa rotina morosa de chaves de perna e de braço, não consigo ver um monte de caras se pegando. Teoricamente deveria gostar, afinal adoro HQs de super-heróis; mas simplesmente não rola. Até assistiria lutas femininas mas nunca peguei nenhuma.

Eis que me deparo com o ULTIMATE SURRENDER [não abra no trabalho ou com sua mãe do lado], mais uma série de vídeos do Kink.com, portal especializado em pornografia com fetiches de dominação. No Youtube tem uns teasers que você pode ver no trabalho. No ringue – com ou sem platéia – duas garotas lutam, mas sem porrada; a idéia é ver quem imobiliza a outra mais vezes. A vencedora no fim tem direito a usar um strap-on na perdedora.

Em ocasiões especiais há lutas de tags teams com platéia, das quais as mais duronas e experientes participam. Uma delas é Dragon Lilly [abaixo], modelo de fetiche regular do Kink, que não só faz nós apertados em suas vítimas como se coloca em nós mais difíceis de serem desatados ainda.

Obviamente o motivo é todo sexual, mas é só a exteriorização do que nos outros tipo de luta “vale tudo” é apenas sugerido. Quadrinhos de super-heróis e videogames de luta podem não passar de “pornô com história” com todo fetiche por roupas colantes, S&M e pegação. ULTIMATE SURRENDER é como UFC: entende que é a luta é uma dominação sexual; e não tem história, vai direto ao ponto pois sabe que seu público gosta. Não, não vou fazer nenhum trocadilho com ponto G.



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