A dor de ser hipermoderno.


Ontem tive a oportunidade de participar de um bate papo com o filósofo Sébastien Charles, sobre seu livro “Cartas Sobre a Hipermodernidade”.

O primeiro sentimento que tomou conta de mim foi uma infelicidade imensa. A dor de ser filósofo. Mas não é somente a angústia perturbadora que provém da consciência, mas a dor de perceber que o homem na busca incansável de ser mais, acaba, inevitavelmente, perdendo o rumo.

Sébastien Charles tem aquele ar de desgosto típico de quem sabe. Quando a fotógrafa pediu para que ele sorrisse para foto, ele ironicamente replicou: “Um filósofo sorrindo?



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Goma de Mascar no Facebook

  • sosa

    A culpa eh do Adao, que comeu a maça. Instigado por Eva, claro.

  • http://www.suitiva.blogspot.com cris

    Acredito no amanha, mesmo as vezes nao acreditando…
    Mas concordo 100% que crise é crescimento!
    bjs, Cris

  • http://www.flickr.com/photos/tardigital tar

    meu comentário sobre esse post: a dor de sequer se compreender a modernidade.

  • http://papagoiaba.wordpress.com/ Julio

    MUITO bom, já twittei (https://twitter.com/ibelli/status/1384627666) e agora vou compartilhar no g reader