Walt Disney orgulhosamente apresenta: Wolverine?!


Final dos anos 90. Para ser mais preciso, 1997, e não faltaram leitores de quadrinhos de super-heróis com o fiofó na mão quando a toda-poderosa Marvel Comics anunciou concordata; ação decorrente dos problemas financeiros e fiscais que a editora enfrentou naqueles tempos. A quase falência da Casa das Idéias fez boa parte dos marvetes se perguntarem: E agora, como eu vou viver sem os meus gibis do Homem-Aranha e X-Men?

Apesar de todo o auê e das lágrimas derramadas, a Marvel acabou voltando aos trilhos e, até hoje, continua a ostentar um título que já é seu faz tempo: o de líder absoluta em vendas no mercado de quadrinhos norte-americanos.

O que ninguém imaginava é que as coisas poderiam ter sido bem diferentes.

Durante a realização de uma matéria para sua coluna Hero Complex, do Los Angeles Times, o jornalista Geoff Boucher descobriu por Michael Richardson, fundador da Dark Horse e protagonista do artigo sobre o sucesso da editora em Hollywood, que, na época da crise do curral criativo de Lee e Kirby, ele chegou a conversar com Michael Eisner, chefão dos estúdios Disney, sobre comprar a Marvel.

“Encontrei-me com Michael Eisner, que é um grande amigo do [meu mentor, produtor] Larry Gordon, e eles iam comprar a Marvel e colocar a Dark Horse para controlá-la.



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