Conheça os games que você vai jogar em 2011


Ah, 2010. Você foi bom pra mim.

Em 2010 eu voltei a fazer parte da raça superior dos jogadores de PC. Normalmente acostumado ao meu PS3, STARCRAFT 2 e CIVILIZATION V foram mais do que suficientes não só para me tirar do Linux, como para satisfazer necessidades militarísticas. Mas meu PS3 também foi bom pra mim em 2010; olhando rápido na prateleira nós tivemos SUPER STREET FIGHTER 4, que eu acabei jogando menos do que STREET FIGHTER 4 original, mas que foi com certeza uma melhora imensa em relação ao primeiro. Mas pouco antes das frenéticas e estressantes lutas veio o melancólico HEAVY RAIN, uma daquelas raras vezes na indústria dos games – ou na cultura pop em geral – que o experimentalismo recebe um grande orçamento.

E se a melancolia tensa de HEAVY RAIN me marcou pelas pouquissimas cenas de violência. O que me marcou em RED DEAD: REDEMPTION foram todas as vezes que eu não estava atirando em alguém. Mesmo com todas as opções que o jogo de faroeste dá para simplesmente se teletransportar para outra cidade eu quase nunca as utilizei. Atravessei os desertos a cavalo, preocupado com bandidos e as malditas pumas matando meus pobres cavalinhos.

Em algum momento do ano rolou FINAL FANTASY XIII, que eu – e um bocado de gente – gostou menos do que queria; mas enfim, é um Final Fantasy, então ocupou uma boa porção de horas minhas e vez ou outra eu ainda entro em algum patético debate internético sobre os méritos do jogo.

CASTLEVANIA: LORDS OF SHADOW foi outro que mexeu com as expectativas. Foi até dito que a terrível maldição dos Castlevanias em 3D foi quebrada, mas como até o esquisito pode ser previsível, teve também RESONANCE OF FATE, que acho que nem tanta gente jogou assim, mas que deixa aquela sensação de “Porra, Japão!” que nos faz passar tanta vergonha quando alguém inesperado entra no quarto. Além disso é um ótimo jogo, muito muito difícil.

Só que isso foi antes. Ah, sim, 2010, você foi bom pra mim. Mas essa é uma indústria baseada em tecnologia, o que significa que 2010 agora é antiguidade e deve ser menosprezada e deixada a mercê dos deuses do cânone da Cultura Pop. Verdade seja dita, 2010 foi um bom jogo para os jogos competitivos com STARCRAFT 2 e SUPER STREET FIGHTER 4; esses jogos vão durar, mesmo que por meio de expansões. CIVILIZATION V tem a tendência de ser jogado pra sempre também, então o ano vai ficar por aí. Mas chega dele!

Os jogos a seguir serão mais ou menos na ordem de seu lançamento, mas essas tais de “data de lançamento” são coisas caóticas. Além disso, deve ser possível notar que a quantidade de informação em cada jogo diminui, isso não é só preguiça de quem posta, mas também do fato que grande parte desses jogos só vão liberar mais informações no decorrer do ano mesmo; sem contar, claro, os ótimos jogos que por serem novos ainda não têm como nos passar idéia de que serão ótimos jogos – portanto há um grande número de continuações nessa lista.


DC UNIVERSE ONLINE

Plataforma: PC e PS3

Eu estou – e meio que todo mundo – no beta de DC UNIVERSE ONLINE! E esse era um jogo que eu pensava em deixar passar batido e agora acho que vai me consumir 15 dólares por mês. DC UNIVERSE ONLINE é, como esperado pelo nome e trailer, um jogo onde você cria um herói, escolhe um mentor – herói ou vilão – e é jogado nas ruas de Gotham ou Metrópole com outras centenas de pessoas cumprindo missões envolvendo personagens e locais icônicos.

Se você curte DC, eu digo agora, o jogo é indispensável. Eu que sou um cara Marvel estou achando o jogo bem legal. Visitar o Beco do Crime foi um momento bem emocionante, assim como a estátua de Superman em um dos parques de Gotham. E você sabia que o universo DC tem um lance chamado Polícia Científica?! Pois é! E está lá!

Quando o Beta acabar eu faço um post detalhando minha experiência; por hora é só dizer que o jogo é bom – o combate é emocionante e fácil, tem opções suficientes de aparência para que só haja pessoas parecidas caso você esteja claramente tentando parecer o Batman e as missões são variadas e emocionantes. Logo de cara, caso seu mentor seja o Batman, você enfrenta o Espantalho e em determinado momento da luta, enfrenta ilusões de toda a Família Morcego.

O jogo trava de forma irritante no PS3, mas é o tipo de coisa que se espera de um Beta e eu só vou reclamar mais disso se persistir no jogo lançado, o que eu duvido. E formar grupos e ligas parece um pouco desnecessário nesse ponto – o que me preocupa em relação ao aspecto social do jogo, que é indispensável nesse gênero.


LITTLE BIG PLANET 2

Plataforma: PS3

O primeiro LITTLE BIG PLANET foi ótimo! Junte a simplicidade dos jogos de plataforma com a criatividade de um zilhão de pessoas e você tem um jogo que te diverte enquanto a criatividade da comunidade durar. Então como você expande isso? Bom, tire a palavra “plataforma” e agora você pode tudo!

LITTLE BIG PLANET 2 é outro jogo em que eu estou no Beta e outro que vou comentar quando o Beta acabar, embora pra ser sincero, DC UNIVERSE ONLINE tem tomado todo meu tempo nesse quesito, então hum… melhor deixar esse pro lançamento. Mas do bocadinho que eu joguei dá pra dizer que é LITTLE BIG PLANET e que a ferramenta para criar estágios está bem, bem, bem mais robusta.

Algumas coisas ganham atenção mais por serem proezas técnicas do que jogos divertidos, como o clone de WOLFENSTEIN 3D. Um estágio baseado em HEAVY RAIN tinha um mecanismo em que uma lupa surgia na tela e você buscava pistas no cenário, jogos de todos os gêneros existem e as plataformas em 2D agora têm sackbots e trampolins e mecanismos complexos.  

Em LITTLE BIG PLANET 2 você não só constrói cenários, como decide acerca dos controles, ângulo de câmera e tem até uma placa-mãe – sei lá como funciona – que permite mecanismos complexos, antes realizados via uma multidão de cordas e polias, em um pequeno quadradinho. O jogo está melhor em tudo, então o que mais há de se pedir de uma continuação?

DEAD SPACE 2

Plataformas: PC, PS3 e XBOX360

DEAD SPACE foi um jogo legal, deu alguns sustos, teve outras batalhas legais, nada de excepcional, mas foi um jogo sólido e que garantiu boas horas de diversão. DEAD SPACE 2 promete modo multiplayer e sabe-se lá se isso vai funcionar – mas os novos inimigos parecem legais, os cenários parecem bons também. Parece que eles esqueceram completamente de “vamos dar sustos” e estão partindo completamente pro “vamos desmembrar bichos feios”, o que é um pouquinho chato, mas meh, desmembrar bichos feios é divertido também.

MARVEL VS CAPCOM 3: FATE OF TWO WORLDS

Plataformas: PS3, XBOX360

Ei, assistam a todos os vídeos acima (na ordem); é o ápice do awesome que você vai ver hoje, garanto!

E talvez o jogo não seja tão bom quanto seus trailers, acontece; mas por outro lado, MARVEL VS CAPCOM 3 não é bem sobre ser um bom jogo de luta (como STREET FIGHTER ou TEKKEN tenta ser), mas sobre bater, bater, bater, de forma incompreensível pra quem assiste e quase pra quem aperta os botões todos também. A lista de personagens também parece excelente. Com tanta gente dos dois lados é fácil um de seus favoritos ficarem de fora, mas pensem nisso: THOR vs VIEWTFUL JOE!

BULLETSTORM

Plataformas: PC, PS3, XBOX360

Em algum momento na história, alguém decidiu que jogos de tiro em primeira pessoa são coisa de gente séria, sobre soldados reais em guerras reais ou algo similar o suficiente. Não se preocupem, eles vão aparecer em quantidade nessa lista, mas por enquanto é BULLETSTORM que tem chamado minha atenção. Não é sempre que um jogo diz que é melhor matar menos, só que com mais estilo.

KILLZONE 3

Plataformas: PS3

E como prometido, os jogos sérios; KILLZONE 2 foi muito bom e foi o jogo de tiro que eu mais joguei desde QUAKE 2 provavelmente. O jogo sabe andar a linha entre uma boa campanha solo e um ótimo multiplayer em equipe, onde escolher o papel certo, que contribua com a estratégia geral do time, por vezes é mais útil do que matar o maior número de inimigos. É um jogo com pretensão de formar gamers profissionais, com times patrocinados estudando estratégias sérias. Vejamos como se sai nesse quesito, mas mesmo assim KILLZONE sempre promete um bom surto de adrenalina.

CRYSIS 2

Plataformas: PC, PS3, XBOX360

CRYSIS foi meio que uma piada interna na época do lançamento. Quem jogou disse que era bom, mas quem tinha um computador potente o bastante pra jogar? Crysis acabou sendo mais uma plataforma de teste pro seu PC do que um jogo por conta própria. Quando CRYSIS 2 foi anunciado para consoles, a raça superior do PC sentiu-se miscigenada com a plebe dos consoles e as profecias de gráficos péssimos inundaram os templos dessa estranha religião. Ainda assim, agora pelo menos mais pessoas poderão ver se CRYSIS é mesmo um bom jogo ou não.

F.E.A.R. 3

Plataformas: PC, PS3, XBOX360

F.E.A.R surgiu em uma época em que não existia nada mais assustador do que menininhas com cabelo fantasmagoricamente liso. A idéia de basear um jogo de tiro em primeira pessoa ao redor disso soou um gimmick, mas F.E.A.R conseguiu se segurar como um jogo bom por conta própria. Bem, aí está o terceiro.

DEUS EX: HUMAN REVOLUTION

Plataformas: PC, PS3 e XBOX360

O lançamento do terceiro da série, é um evento de alguma importância. O primeiro da série foi aquele tipo de jogo pioneiro que mantém um status cult até hoje. Existe até jornalista de games que é famoso até hoje pela resenha ruim que fez do jogo há tantos anos. Mas é claro que se foi a época em que unir RPG e tiro em primeira pessoa era algo pioneiro e impensável. Se levarmos em conta elementos de RPG como coleta de item, interação com personagens e coisas do tipo todo jogo de tiro em primeiro pessoa tem algum elementozinho de RPG em suas entranhas. Além disso, o climão sci-fi noir sempre ajuda. Mas vejamos como isso vai rolar.

DRAGON AGE 2

Plataformas: PC, PS3, XBOX360

Quão legal foi DRAGON AGE: ORIGINS?! Eu não sei, pois o correio insistiu em não me entregar o jogo antes do Natal! rsrsrs >:(

Mas enfim, a verdade é que o gênero não anda lá aquelas coisas. Os exemplos mais próximos desse tipo de jogo de RPG de grupo que eu consigo pensar é a série NEVERWINTER NIGHTS e o MARVEL ULTIMATE ALLIANCE, que está entre o que de melhor a Marvel tem conseguido produzir em termos de jogo (o que não diz muito).  

Do jeito que é a indústria dos games hoje, essa sequência provavelmente teve sua produção iniciada logo depois que o primeiro foi para as lojas. Então há pelo menos uma tentativa em dizer que esse jogo se passa em um mundo que sempre expande, que tem uma história por trás, que é algo a se seguir se continuarmos a acompanhar quantas sequências a EA estiver disposta a bancar. Isso é bom em um RPG assim. E a julgar pelos comentários furiosos no Youtube clamando por consistência na história, há pelo menos dois fãs que se importam.


PORTAL 2

Plataformas: PC, PS3, XBOX360

PORTAL criou tantos memes de internet que alguém poderia achar que foi desenvolvido pelo fórum 4chan. Na real, o jogo conseguiu unir um ótimo humor com um ótimo puzzle em primeira pessoa – baseado no conceito de fácil compreensão, mas mindfuck de se visualizar, que são os portais. Mas como uma continuação se compara a um jogo aclamado pela sua originalidade?

STAR WARS: THE OLD REPUBLIC

Plataformas: PC

Não é a primeira vez que alguém tenta fazer um MMO da franquia. STAR WARS GALAXY veio, viu e meio que desapareceu, mas dessa vez é diferente. KNIGHTS OF THE OLD REPUBLIC estão entre os – se não forem os próprios – melhores jogos baseados em STAR WARS. A Bethesda, que desenvolveu KNIGHTS OF THE OLD REPUBLIC e este agora, é conhecida por esse tipo de competência. Se eu por acaso começar a jogar DC UNIVERSE ONLINE no começo do ano, existe até a chance grande de eu abandoná-lo em prol de THE OLD REPUBLIC quando este for lançado.

RAGE

Plataformas: PC, MAC, PS3, XBOX360

E então veio DOOM. E por algum tempo, “jogo de tiro em primeira pessoa” era simplesmente chamado de DOOM clone. Desde então, a Id Software flutua no limbo de ser respeitada, ter um talento técnico invejável, mas meh, DOOM 3 não foi tão bom assim. Em um lado mais “indústria” da coisa, há a competição entre engines, uma espécie de molde onde desenvolvedores podem cortar gastos na hora de fazer o próprio jogo, e, nesse quesito, então veio a Unreal 3, concorrente das engines da Id, que é usada por todo mundo. RAGE veio como um projeto que pretendia tomar essas duas frentes. Seria novamente um jogo excelente pela Id software e a Rage engine seria utilizada pelo universo. O mundo seria lindo e – enfim, o jogo está em desenvolvimento há tanto tempo que entrou no seu próprio ciclo estranho de hype e esquecimento.

GEARS OF WAR 3

Plataformas: XBOX360

E chegamos ao fim da ópera espacial conduzida pela sinfonia de serras elétricas dos filhos da puta do esquadrão delta one. GEARS OF WAR é o jogo que mostrou como se faz isso de tiro em terceira pessoa e isso de trailers violentos em câmera lenta com música melosa ao fundo. Eu não vou fingir que manjo algo do jogo além disso dado que eu estou do lado PS3 da força, mas aparentemente esses tais de GEARS OF WAR são a melhor diversão que se pode ter com um cara chamado Marcus.

UNCHARTED 3: DRAKE’S DECEPTION

Plataformas: PS3

A diferença entre UNCHARTED e UNCHARTED 2: AMONG THIEVES foi imensa. O primeiro foi um bom jogo de ação, com gráficos excelentes e personagens carismáticos, mas o segundo não só cumpriu isso tudo como superou em muito. Lutar contra bandidos dentro de um prédio enquanto ele desmorona foi um momento inesquecível e o jogo em geral teve vários desses momentos. A expectativa que esse jogo excelente seja superado ainda mais é enorme e se aqueles 4 segundos do trailer são uma mostra, uma jornada incrível nos espera.

THE ELDER SCROLLS V: SKYRIM

Plataformas: PC, PS3, XBOX360

Cada ELDER SCROLLS é um testamento de como se cria um mundo medieval fantátisco. Crie seu personagem seguindo um molde meio D&D, com o zilhão de opções que isso geralmente implica e boa sorte com sua jornada épica. E se a expansão que o tamanho do mapa costuma sofrer a cada novo jogo indica algo, prepare-se para viver um tempão em SKYRIM.

BATMAN: ARKHAM CITY

Plataformas: PC, PS3, XBOX360

BATMAN: ARKHAM ASYLUM foi ótimo. Eu passei meses cético em relação ao jogo com as pessoas dizendo que era ótimo e eu pensando “tá, deve ser ótimo pra um jogo do Batman” e quando afinal joguei… uau! O combate funciona, ser sorrateiro funciona, toda a mitologia morceguistica foi utilizada de modo excelente. Eu poderia viver com uma batalha final melhor, mas meh, este veio pra se tornar um paradigma de como um jogo do Batman deve ser.

Então o que esperar de uma continuação senão o paradigma sendo aperfeiçoado? HYPE!

DUKE NUKEM FOREVER

Plataformas: PC, PS3, XBOX360

Always bet on the Duke. Em desenvolvimento desde 1997, DUKE NUKEM FOREVER quase se tornou uma das mais tristes histórias de perfeccionismo. Feito e refeito à exaustão graças a um diretor nunca satisfeito, sem prazo e com dinheiro aparentemente infinito; foi preciso a falência da 3D Realms para que a Gearbox (desenvolvedora de BORDERLANDS) ajuntasse os pedaços e tornasse o jogo uma experiência coesa. Será o jogo perfeito que vale os 14 anos de desenvolvimento? Dificilmente, mas quem se importa quando podemos voltar a cagar no crânio desses aliens filhos da puta.

MASS EFFECT 3

Plataformas: PC, PS3, XBOX360

Pobre Humanidade. Não basta ser a raça mais fubenga e sem voz do conselho galático, agora é vitima de um ataque bem coordenado de uma raça alienígena imortal, mas fazer o que, né? MASS EFFECT tem aquele charme Star-Warzense de ter um universo populado de raças interessantes, misticismo tecnológico, ameaças apocalípticas e intrigas políticas o suficiente para que 1000 ficções se passem nele. Mas essa é a conclusão da saga do comandante John Shepard e seja lá o que a Bioware decida fazer com essa galáxia, primeiro é preciso salvá-la.

FINAL FANTASY VERSUS 13

Plataformas: PS3

Então FINAL FANTASY 13 não foi assim tão legal e FINAL FANTASY 14 foi o maior fracasso do ano. Tudo bem, nós ainda amamos FINAL FANTASY, certo? Ceeerto. Onde mais um sujeito com um cinto no pescoço seria o herói?

MORTAL KOMBAT

Plataformas: PS3, XBOX360

Eis que STREET FIGHTER 4 ressucitou todo o gênero de luta e o mercado está prontinho pra ser saturado de novo. Voltando à simples fórmula de ultra-violência + controles simples e fáceis, MORTAL KOMBAT talvez não aspire ser um jogo onde profissionais pratiquem 15 horas por dia para conseguir patrocínios, mas se tudo der certo, será o jogo ideal pra reunir os amigos e chutar umas bundas, umas costelas, arrancar umas cabeças, uns corações etc.

THE LEGEND OF ZELDA: SKYWARD SWORD


Plataformas: Wii

Faz parte da Nintendo que as continuações não sejam simples continuações, mas – na medida do possível e do agradável – reimaginações da série consagrada. Com isso, a cada novo lançamento de um desses jogos vem todo um conjunto de excitação, medo e, no caso de THE LEGEND OF ZELDA, discussões eternas sobre se há ou não uma maldita cronologia que una todos os jogos. SKYWARD SWORD promete não só fazer sentido na cronologia, como ser um daqueles jogos para os quais olhamos e pensamos: “ahhh, é pra ISSO que o Wii serve!”

TOMB RAIDER

Plataformas: XBOX360, PS3

TOMB RAIDER não tem subtítulo – ou trailer – mas tem a promessa de trazer não só uma nova aventura de Lara Croft, mas também uma nova Lara Croft, inexperiente e em crescimento num cenário que realmente faz o jogador se sentir um explorador. Parece bom.

TWISTED METAL

Plataformas: PS3

TWISTED METAL é basicamente a totalidade do gênero “combate motorizado” ou algo assim. Mesmo assim a série tem um pequeno agrupamento de fãs que ficou muito feliz com a notícia de que um novo capítulo está vindo.

E essa é uma lista de alguns jogos a serem esperados pro ano que vem. Alguns não entraram na lista por incerteza acerca do lançamento e outros por eu simplesmente não saber ainda se são legais, mas o que dizer? Há cada 365 dias a Terra meio que resolve completar um ciclo em torno do Sol e esse evento por algum motivo nos faz ansiar por coisas que estarão disponíveis só quando ela estiver lá do outro lado da estrela. Mas esteja onde o planeta resolva estar, dê uma passada na Goma, pois coisas que nem imaginamos ainda vão nos causar esse desejo de jogar nosso dinheiro pela janela.

E, nessa nota, Feliz ano novo, pessoal.



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