Em DC UNIVERSE ONLINE heróis e vilões enfrentam um inimigo em comum: os bugs


A primeira coisa bacana que aconteceu comigo em DC Universe Online foi encontrar o Beco do Crime. Claro que antes disso, eu já havia escapado de uma nave de Brainiac com ajuda do Superman e ganhado o poder de atirar serras com minha mente, mas ver a rosa no chão, provavelmente renovada de tempos em tempos por um certo órfão que sente a dor da injustiça, foi um momento bom.

DC Universe Online é um MMOG, Massive Multiplayer Online Game, o que significa que você está em um mundo relativamente aberto e o compartilhará com um sem-número de jogadores na sua mesma situação. Além disso é um jogo de ação, diferente da maioria dos outros MMOGs; aqui, ao invés de toda ação acontecer no estilo RPG tradicional onde você vai meio que enfilerando as ações e deixando o auto-ataque fazer o seu trabalho; você tem um botão de ataque próximo, um de ataque a distância e 6 ataques especiais por vez. Então, para continuar causando o dano, é preciso continuar apertando os botões e se preocupar com a localização do inimigo, essa coisa toda, como um jogo de ação.

Neste universo DC, os heróis perderam, Luthor finalmente vence. E ele nem consegue começar a saborear sua vitória quando as naves de Brainiac invadem os céus. Sem os seus campeões, a terra é presa fácil para o alienígena. Como uma última escolha, Luthor volta ao passado e despeja sobre a terra milhões de exobytes, aparelhos de Brainiac que contém os dados dos super-poderes da terra. Com isso, o Luthor do futuro pretende criar um exército capaz de enfrentar essa ameaça.

E parte do exército é você! Então parabéns pelos seus novos super-poderes. A criação de personagem é simples o bastante e demora o quanto você quiser personalizar o seu personagem. Se você clicar em um “template” que faça alguém mais ou menos parecido com o Superman e então só decidir o nome, e é isso.

Do contrário, você pode decidir qual seu mentor – Superman, Batman e Mulher-Maravilha para os heróis; Lex Luthor, Curinga e Circe para os vilãos; qual seu poder – Fogo, Gelo, Feitiçaria, Natureza, Bugigangas (que é a única tradução possível para “Gadgets”, que assim seja dito de agora para sempre) e poderes mentais.

Superpoderes para superamigos

Então, entenderam, né: 6 mentores, 6 poderes, 6 personagem que você pode criar. Do jeito que o diabo gosta. Os poderes influenciam qual seu papel quando as coisas se tornarem mais multiplayer mesmo lá pra frente: todos eles podem se especializar em causar dano, Fogo e Gelo podem ser Tanks (grande defesa, capacidade de atrair ataques para si); Feitiçaria e Natureza podem ser Healers (magias de cura e de defesa em geral) e Bugigangas e Mental podem ser Controllers (restauram poder – já explico – e imobilizam inimigos).

Além disso, há um montão de armas. Aqui está um bom guia de “sinergia” entre armas e suas especialidades. Escolhidos como você vai machucar os outros, você tem as esperadas zilhões de opções de como customizar sua aparência – e mais opções aparecem durante o jogo no que você vai recolhendo “estilos”: todo equipamento vem com duas características, a primeira são os stats todos dele, o quanto ele te dá de energia, defesa, poder, precisão, etc; o segundo é o estilo dele, como ele se parece.

Qualquer equipamento pode ser utilizado com qualquer estilo que você tenha à disposição, então você não precisa parecer que está usando “A Armadura Demoníaca da Feiúra” para, de fato, usá-la. Você pode usar o item, mas com o visual de outro item. Isso mantém seu personagem bonitão e eficiente… na medida do possível.

Então todos entendemos como o jogo funciona, né? Claro que sim. Vamos à resenha. O nível máximo do jogo é 30. Depende do quanto você joga, mas a moral é que você não demore mais de uma semana pra chegar até lá.

Assim, cada personagem seu terá “duas vidas”. A primeira, algo como sua origem, vai de como você cumpre, geralmente sozinho, missões e mais missões, ganhando seus poderes aos poucos, fazendo alianças, conhecendo os vários personagens do universo DC até conseguir se encontrar pessoalmente com seu mentor e ser uma super-criatura completamente formada. Aí começa a parte multiplayer em si, em que você se une com outros jogadores para fazer várias coisas imensamente difíceis e que exigem um bocadão de trabalho em equipe.

Apesar de ser um mundo povoado por muitos outros jogadores, você passa toda uma primeira etapa dele jogando sozinho; durante isso, você tem acesso aos chamados “Alerts” em que pode frequentar missões com outros 3 jogadores, além de poder entrar em um grupo a qualquer momento.

Os alerts são comuns de se fazer, as missões foram claramente feitas para o single player. Então, pra simplificar, eu vou separar a resenha entre algo como o “modo single player”, que é sua jornada até o nível 30, o “modo multiplayer” que é o que você faz uma vez que atinge o nível mais alto e “Player vs Player”, no qual eu não vou me aprofundar demais, por sinceramente não curtir, mas vá lá, pelo menos vou dizer porque não curto tanto.

O Single Player é genial. Com a talvez exceção de Batman: Arkham Asylum, jogar DC Universe Online é o melhor que você pode fazer pra satisfazer suas necessidades DCísticas em temos de videogame.

Ano um

A primeira coisa que você faz no jogo é escapar de uma nave de Brainiac. No fim dela, logo de cara, você – seu personagem, o que você criou – está lutando lado a lado com Superman ou Lex Luthor. Daí as coisas melhoram. Ao fim da última missão, quando você pode finalmente conversar com seu mentor cara a cara, você interagiu com uma porção bem significativa do universo DC, lutou ao lado de e contra tanta gente que é bem emocionante participar de algumas missões pela primeira vez. E aquilo que eu falei no começo, de encontrar a rosa no beco do crime: o jogo inteiro tem esse charme irresistível de que ele foi construído com carinho pensando no universo DC com toda a tradição da companhia.

Sem duvida, o comprometimento da própria DC com o jogo – entre eles pegar emprestado o Jim Lee pra ajudar com os modelos 3D – vale a pena. Esse não é só um jogo onde personagens foram licenciados; todo o universo DC foi licenciado e ele é usado com carta branca.

Em termos de jogo, tudo funciona muito bem também. Se uma missão está disponível, é possível cumpri-la, mesmo que o nível recomendado dela seja uns 2 ou 3 acima do seu (embora isso signifique, claro, que você precisa ter mais habilidade e paciência que o que geralmente se pede). Essas missões todas servem quase como um tutorial pro nível 30.

É como se o jogo dissesse que durante esse tempo em que você está evoluindo o personagem, você está aprendendo seus poderes e combos aos poucos. Uma missão ou outra fica ocasionalmente difícil – um certo encontro com o Aquaman me causou fúrias para com lagostas que durará até o fim de minha vida, mas no geral é fácil o suficiente para você não sentir que precisa de um grupo – embora seja possível.

Além dessas missões, explorar as duas cidades disponíveis dão recompensas interessantes: de encontrar lugares clássicos a “itens de investigação” que expandem um pouco a história de alguma missão; ver personagens como o Bizarro ou o Flash andando de boa por aí e exigem uma porção de gente pra derrubá-los. Mesmo depois que se entra no nível 30, o jogo oferece uma porção de exploração que um viajante solitário pode fazer pra queimar tempo.

Crise nos infinitos hubs

Mas há os defeitos. O jogo “mira”, ou seja, escolhe em quem você está batendo, automaticamente. Só que nunca é absolutamente claro como isso funciona e às vezes o jogo parece ter um prazer sórdido em mirar em um objeto inanimado quando 3 inimigos fortes estão batendo em você. Isso quando você não jura que está mirando em alguém e dá um ataque à distância e o jogo resolve que você está mirando em um inimigo lá do outro lado que não tem nada a ver. Bom, agora que sua shuriken acertou a bunda dele, ele tem a ver e pode não fazer parte da sua capacidade enfrentar mais um inimigo nesse momento.

Não é o tipo de coisa assim tão comum, mas é o tipo de coisa que toda vez que acontece causa uma frustração. Hoje mesmo um inimigo veio pra cima de mim e o jogo decidiu que eu queria atacar o vaso atrás dele! Minha namorada bem que estranha quando de repente eu estou gritando com a TV: “Nããão, jogo! Não é isso que eu queria!”.

E já que estamos falando mal, o jogo tem todo tipo de glitch e bug estranho; em nome de Superman eles serão resolvidos em patches, mas é comum o som sumir por exemplo. Outra coisa comum são os “pop in”. Pop in é quando um objeto do cenário surge quando você está logo ao lado dele, ao invés de ele surgir no horizonte. Mais comum, por motivos óbvios, quando você está cruzando a cidade em super velocidade.

Então um glitch meio comum também é você correr correr correr, aí você para. Então um objeto, tipo uma estátua, surge no mesmo ponto que você está. Aí já era. Tem que usar o sistema de teleporte do jogo que a cada uso fica desativado por um tempo. Tem também as adoráveis vezes que uma animação sua fica em loop e você não consegue fazer nada ou quando o início de uma cena fica em loop. Você já ouviu o Asa Noturna dizer “stop right there” um milhão de vezes seguidas? Não queira.

All in all, jogos grandes assim têm os glitches meio que perdoados; gamer não é um bicho insensível às dificuldades de recriar Gotham inteira, etc e tal, mas oh céus, como eu quero que isso tudo seja arrumado logo. Mas como já dito, toda essa parte é genial. Chegar ao fim parece realmente terminar o jogo. Eu completamente entenderia alguém comprando o jogo e usando o primeiro mês grátis para fazer as coisas single player e aí desencanar.

O multiplayer não começa necessariamente no nível 30, como já dito. É possível – e recomendável – fazer os alerts no nível que o jogo recomenda. Jogar em time, como esperado, requer trabalho de time.
Não é nada difícil, mas a Humanidade é falha. Então as chances de alguém do seu grupo não estar fazendo o lance direito é algo provável.

Os alerts, que podem ser feitos antes do nível 30 (depois do 30, eles voltam no hard more), são com grupos de 4 jogadores. Se você ficar na fila, o jogo te coloca em um time automaticamente, aí você pode entrar no começo ou no fim de uma missão, mas ter um grupo de amigos ou uma liga/legião sempre ajuda nesses casos. Como já dito, você pode escolher o papel de damage, healer, tank ou controller e há apenas duas regras a se seguir que muda uma missão impossível em uma absurdamente fácil: fiquem próximos e aja de acordo com seu papel.

Team up, break up

Algumas vezes durante as missões o jogo dá a entender que o time pode se dividir, mas num geral, a regra é ficar junto. Curas e vitalizações (que restauram poderes usados para ataques especiais) só funcionam em aliados próximos, e ter alguém que aguenta dano (o tank) ou que causa dano (o damage) só faz sentido se ele está batendo em gente que é uma ameaça ao Healer ou o Controller. Além disso, é só fazer o que se espera de você. O Healer precisa sempre estar curando, o controller sempre vitalizando e/ou tonteando inimigos, o Tank sempre atraindo o inimigo e o Damage apertando aquele botão de ataque como se a vida do universo dependesse disso.

No fim, todo mundo ajuda com o dano, isso que talvez confunda um poucos os iniciantes. Se o healer não ataca, apenas faz magia de cura, ele logo logo fica sem poder necessário para curar mais, pois o tal do poder é restaurado, primariamente, atingido o oponente. Então você ataca-ataca-ataca, cura, ataca-ataca-ataca, magia de defesa, etc. Os desenvolvedores em uma entrevista disseram que a intenção é que ninguém fique assistindo a batalha, você é um herói, seja lá qual sua função, você tem que dar porrada.

Quando chega no nível 30, você está longe de ter um bom personagem. Loooooooonge. Longe um tantão assim. Nesse momento você começa missões por itens chamados “Marks” que funcionam como dinheiro, usados para o equipamento avançado. Basta dizer que você precisa de um bocadão dessas coisas, mas eles valem a pena. Cada pedacinho de armadura dessa e é como se seu personagem tivesse passado de nível.

Ainda assim seu caminho é mais ou menos definido: você começa com os Duos, aí quando sente que tem um bom equipamento ou grupo, vai para os alerts em hard mode, aí afinal, você tenta as raids, que são como alerts, mas com 8 jogadores ao invés de 4. Esse é o máximo de desafio que o jogo te dá, mas é um bocado difícil.

Mas e aquele charme de antes? E o Beco do Crime com a rosa e a interação com os personagens? Bom, isso tudo some um tanto. Nessa parte do jogo você está menos interessado em interpretar o seu campeão da justiça e mais em ter certeza que está puxando o monstro pra longe do Healer senão todo mundo vai morrer e aí o cara vai num fórum da internet dizer que você é o culpado! E a vergonha! Como você vai viver com a vergonha? Agora a internet te odeia. :(

As situações ainda são legais, você ainda luta contra e ao lado de ícones do universo DC, mas as coisas então se parecem mais um pano de fundo do que um cenário propriamente dito. Não ajuda a natureza desse tal equipamento final.

“Eu não quero perder, meu destino é lutar…”

Mega-omfg-armaduras que meio que lembram algum super-herói. É tipo o Cavaleiro do Zodíaco da constelação do Flash ou algo assim. Por um lado ver alguém com uma das armaduras finais te dá esse lembrete visual de que “pô, parabéns, você conseguiu algo difícil”, por outro, ele fica parecido em nada com um super-herói ou super-vilão, um punhadinho de personagens no universo DC usam armaduras (e mesmo no Marvel que tem Homem de Ferro e afiliados), quero dizer, a Mulher Maravilha usa um bíquini, o Superman um pijama, mas você não é essa ralé, você tem que usar uma armadura de 5 toneladas! Não funciona.

E por enquanto o conteúdo não é enorme também, existem duas raids, 3 armaduras finais para cada um dos seus mentores, uma sendo utilizada para Player vs Player e é isso. Demora um tempão pra ter essas armaduras, mas, por exemplo, o jogo tem um esquema de renome que você tem as 6 facções que correspondem aos mentores, mas atualmente isso serve pra muito pouco.

Conteúdo virá, é certo, mas se você tem outras coisas pra comprar no momento, se seu hype não está enorme, etc e tal, não é uma péssima idéia esperar uns meses. A taxa de missões repetidas que você acaba fazendo para conseguir o equipamento final é um tanto alta, mas se o conteúdo continuar a ser adicionado – como se espera – então as coisas melhorarão bastante.

No fim, essa parte do jogo é competente, mesmo não sendo mágica. As missões exigem o trabalho em equipe, mas quando esse funciona, você tem aquela sensação muito boa de ter derrubado um inimigo muito mais poderoso do que as peças individuais do seu time. É claro que às vezes é bem difícil achar essa equipe ideal, mas é parte do jogo. Isso te estimula a – eca – socializar.

Um contra um

O Player vs Player nesse jogo é, como costuma ser em MMOGs, algo do tipo “ame ou odeie”. Eu odeio. O equipamento para PvP é diferente, existem dois status que são usados só para PvP e o equipamento que oferece eles reduz “Might”, que é o status que determina o poder dos seus golpes. Ou seja, para se tornar competitivo no PvP, é preciso causar menos dano ou você estará basicamente lutando desprotegido. Isso foi uma boa decisão, pois assim os combates duram mais e coisas como combos, defesa e esquiva contam mais do que ficar atacando com seu ataque mais forte o tempo inteiro.

Os servidores PvP, onde qualquer herói pode atacar qualquer vilão a qualquer momento, são o caos. Há quem ame o caos, há quem gosta de não ser recepcionado por um exército 20 níveis acima do seu ao se distanciar um pouco da área inicial. Um servidor do PS3, por exemplo, supostamente tem muito mais vilões que heróis, aí criar um herói naquele servidor é uma frustração bem maior do que criar um vilão. Há quem reze de pé junto que funciona e que o caos é divertidíssimo. Minha dose de fúria competitiva diária já vem de STARCRAFT 2, eu não quero começar a me frustrar com esse jogo também.

Em servidores PvE, onde só se ataca o computador, há uma porção de cenários PvP. Dá inclusive pra “ligar” seu PvP em Metrópolis ou Gotham e estar vulnerável a outros que fizeram o mesmo. É possível inclusive fazer “simulações”, onde você controla algum personagem como Robin ou Harley, e joga contra outros fazendo o mesmo. Mas nem isso me agrada; se contra o computador, que age de acordo com uma programação, você precisa de um bom time, contra 4 humanos que sabem abusar das coisas, é abusar demais do meu pobre stress. Mas de novo, eu não quero lá falar mal dessa parte porque tem gente que ama de paixão; então a minha sugestão é tentar, ver se você curte, e boa caça.

Vale a pena?

Em resumo, o jogo é bom. Gotham é Gotham, Metropólis é Metrópolis, os personagens que você ama estão lá. O jogo é mais bugado que um piquenique do Jotalhão, mas os lados bons dele tornam os bugs toleráveis. A parte Single Player funciona como se fosse um jogo mesmo do DC Universe e as missões Multiplayer exigem o trabalho de time que se espera em um jogo desse. O jogo é todo redondinho nesse sentido, dá pra ver que ele foi feito com cuidado, que as missões e equipamentos foram bem equilibrados. Nenhum dos poderes que usei até agora pareceram obviamente melhor que o outro e todos eles ofereceram um modo de jogar diferente. É um tipo de ideal difícil de chegar e DCUO chega lá.

Por fim, o jogo funciona, diverte, satisfaz, etc. Quinze dólares por mês e a promessa de conteúdos mensais, se tudo isso se manter, acho um negócio muito bom. E se afinal tudo falhar e Brainiac conseguir destruir o mundo, a sugestão é colocar um bebê num foguete, enviar pra outro planeta, e esperar que dessa vez dê certo.

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Goma de Mascar no Facebook

  • Rafael

    qual seu nick no dc universe online eu tbm jogo mas n encontro outro brasileiro me chamo rafael no dc universe online

  • Anonymous

    adiciona lá, Rafael: GoLuck e PrimeTech

  • Lucas Patricio

    Pessoal, eu jogo com meu amigo Wagner no PS3 nos finais de semana e quando sobra tempo. Nicks: GoLuck e PrimeTech. :)

  • http://twitter.com/UmOlhoNaSopa Bruce do Hipoglos

    kkkkkkk #Euri

    enfim… eu queria saber qual é a diferença se eu escolher ser vilão do que herói … e se tem como trocar de lado depois ( haha) 

  • Danielbase

    Pessoal Me add Tb, já estou no lvl 30, louco pra pegar as armaduras! Hildrred

    Vlw! Abs!

  • Danielbase

    Ops! Hildreed

  • http://www.facebook.com/people/Carlos-Leandro-de-Souza/1123034284 Carlos Leandro de Souza

    adc eu vilão BlackFeenix (23)  Heroi DominusIce (9)

  • Marcosfranca

    Eii pesoal eu estou bixando aki em casa , e queria saber se demora para xegar no lvl 30 ?

  • De 0107

    Estou baixando o jogo… 18 gb ‘-’… Sei que vai valer a pena (yn)

  • De 0107

    Estou em dúvida entre Mental e Feitiçaria… o que vocês me indicam?

  • Roger

    Mental

  • Juan Prc21

    esses usarios  sao da PSN ou do jogo

  • Eumsm

    nao consigo passar da parte em que tem que matar o brainiac units ‘-’ . me ajudem?